Mocidade Unida do Santa Marta apresenta sinopse do enredo

Mocidade Unida do Santa Marta apresenta sinopse do enredo

A Mocidade Unida do Santa Marta está trabalhando duro para fazer bonito na Série C em 2018. A azul e branco de Botafogo divulgou a sinopse do enredo Panterantropofagia – Ode à Macunaíma, o anti-herói brasileiro!, que será desenvolvido pelos carnavalescos Leonardo Soares e Rodrigo Almeida. A promete uma viagem na história, passando por grandes nomes da literatura brasileira.

Na quarta-feira, 16 de agosto, a diretoria da Mocidade Unida do Santa Marta e os carnavalescos farão uma explanação sobre o enredo para os compositores que desejarem entrar na disputa de samba-enredo da agremiação.

Sinopse

Idos de tempos na Floresta

No espaço do que a arte nos professa…

Entre lendas e mitos da mata…

 

Macunaíma, “herói de nossa gente”

Nasceu à margem do Uraricoera…

Mas a arte que sua preguiça não espera

O faz encontrar a Pantera

E viajar na Folia de Momo

 

_Oras senhores mas como?

A arte que não tem limites,

Que as vezes não aceita palpites

Não segue regras nem leis…

Onde tudo já foi proibido

Nosso anti-herói destemido

Nos mostra que carnavalizar é preciso…

 

Neste Brasil brasileiro,

De “Muiriquitãs” verdadeiros

De sonhos pra quem sabe sonhar

E toda sua arte externar…

 

Esse Surrealismo festeiro

De Mário, um Andrade brasileiro,

Faz ecoar o tamborim e o pandeiro…

Ah! Mário de Andrade ‘aventureiro’…

Traz pro nosso samba o curupira,

A Uiara, o gigante e o Camaleão guerreiro…

 

Traz com nosso Macunaíma,

O Abaporu de Tarcila…

A “Alegria” de Caetano e o “Expresso” de Gil…

 

Traz as cores tropicalistas,

Dessa Terra de grandes artistas

Na alma de gente sambista

Que reluz o “Cruzeiro do Sul”…

 

“Ideologias exóticas”

De “contra o ateísmo ateu”

Uma ditadura ditadura malvada

De ideias dissipadas

Pelas cores anos antes,

Que em uma semana brilhante “Desvairou a Paulicéia”

“Faça amor, não faça guerra”

 

Traga para avenida a “alegria alegria” da vida,

Traga arte sem pudor e carimbos,

Traga música, não nos traga hinos…

Traga corpos bailando dos palcos,

Ou até mesmo no calor do asfalto…

 

Traga “A banda” do mestre do Chico…

O colorido turbante da “Miranda”

A liberdade criadora da ruptura

De um Brasil de riqueza em cultura…

 

Nossa Pantera “alimentada” de arte,

Hoje espalha por toda parte

Num “colorido sutil”

As cores de uma tela mágica do Carnaval do Brasil…

 

Somos Macunaímas de uma vida nem tão real,

Somos “Marios, Caetanos, Tarsilas…”

Somos “Gil, Chico e Carmen”…

Somos artistas de nossa arte seja ela qual for…

 

Somos o azul e branco de nosso sagrado Pavilhão

Colorindo este chão…

Descendo o “Morro” com ‘braveza’

Samba no pé com firmeza

Pra mostrar que nossa arte é também nossa maior grandeza…

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