2 de julho de 2026
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Alegria de Copacabana divulga sinopse do enredo “Falangeiros de Ogum” para o Carnaval 2027

Olá, amigos! Boa tarde!

Gostaríamos de saber se conseguimos um espaço em seu veículo para a divulgação da sinopse do enredo 2027 da Alegria de Copacabana.

Desde já, agradecemos pela atenção e parceria!

Adriano Cornélio – Assessoria de Imprensa Contato: 21 987 619 188 ********************************************************************************************************* *Alegria de Copacabana divulga sinopse do enredo “Falangeiros de Ogum” para o Carnaval 2027* Mesmo sem data definida para o desfile oficial na Intendente Magalhães, a Alegria de Copacabana, escola membro da Série Bronze da Superliga Carnavalesca do Brasil, deu início aos preparativos para o Carnaval 2027 e divulgou a sinopse do enredo “Falangeiros de Ogum – O Exército da paz”.

Desenvolvido pelo carnavalesco Andrey Quirino, o enredo levará para a avenida uma narrativa de fé, proteção e espiritualidade, exaltando os falangeiros de Ogum como símbolos de coragem, resistência e paz. O texto e a pesquisa da sinopse são de autoria do músico, cantor e diretor cultural da agremiação, Braguinha.

Sinopse: *FALANGEIROS DE OGUM – O EXÉRCITO DA PAZ SINOPSE PARA OS COMPOSITORES* Os clarins ecoam pelos caminhos da fé. As bandeiras se levantam.

Os soldados da anunciação tomam a avenida e anunciam a chegada do grande General da Umbanda. Os caminhos se abrem.

Chegam os donos das passagens, os guardiões das encruzilhadas, conduzindo a marcha do Exército da Paz.

As mães do axé sustentam a ancestralidade, guardam os fundamentos e mantêm viva a chama que atravessa gerações. Das folhas sagradas nasce a proteção.

Das ervas vem a cura. Da terra brota a força que alimenta os guerreiros.

Mas diante da luz também surgem as sombras. Ergue-se o Dragão da Maldade.

Ele não possui um único rosto. É feito da intolerância, do preconceito, do racismo religioso, da perseguição e das dores carregadas pelo povo de fé.

Então os falangeiros avançam.

Chega Ogum Iara, trazendo a força das águas e os mistérios da renovação.

Vem Ogum Beira-Mar, guardião das praias e das marés, guerreiro que caminha entre o oceano e a fé do povo. Ergue sua espada Ogum Sete Espadas, defensor dos filhos de Umbanda e sentinela das batalhas espirituais.

Das matas surge Ogum Rompe-Mato, abrindo trilhas, rompendo demandas e vencendo obstáculos.

Das ondas chega Ogum Sete Ondas, trazendo movimento, equilíbrio e transformação.

Avançam também os guerreiros da lei.

Vem Ogun de Lei, sustentando justiça e proteção.

Marcha Ogun Naruê, fortalecendo o exército da fé.

Desperta Ogun Matinata, guardião das alvoradas e dos novos caminhos.

Surge Ogun Megê, senhor dos mistérios e das transformações.

Todos marcham sob o mesmo estandarte.

São os Falangeiros de Ogum. Guerreiros da fé. Guardiões do axé.

Soldados do Exército da Paz.

O vermelho veste a avenida. O tambor fala. Os curimbeiros anunciam a batalha.

A vitória já pulsa no coração do povo.

A fé permanece de pé. As oferendas são erguidas. As luzes se acendem.

As falanges se multiplicam. O exército cresce.

Não para destruir. Não para conquistar. Mas para proteger.

São guerreiros da lei. Sentinelas dos caminhos.

Guardiões do axé.

Filhos de Ogum reunidos em defesa da paz. A memória caminha ao lado dos mais velhos.

A tradição marcha junto com os novos. O passado entrega sua espada ao futuro.

E então a guerra termina. Ogum vence. Mas sua vitória não é sobre pessoas.

É sobre o ódio. Sobre a intolerância.

Sobre tudo aquilo que tenta separar a humanidade.

A avenida se transforma. O campo de batalha vira altar.

O terreiro se abre. O Congá ilumina os caminhos.

No centro está Ogum, vencedor, guardião e protetor.

Ao seu redor a Umbanda acolhe. Reúne povos.

Abraça diferenças. Recebe as muitas cores da humanidade.

Ali caminham povos africanos e afro-brasileiros.

Povos indígenas. Diferentes etnias. Diferentes crenças.

A diversidade humana. Todos sob o mesmo axé. Todos diante do mesmo altar.

Porque o verdadeiro Exército da Paz não é feito de armas.

É feito de gente. Gente que acredita. Gente que resiste.

Gente que acolhe.

E quando o último clarim tocar, a Alegria de Copacabana deixará sua mensagem: Ogum venceu a guerra.

A Umbanda abriu seus braços.

E a paz reuniu a humanidade.

Ogunhê!

Saravá Ogum!

Salve os Falangeiros do Exército da Paz!

Carnavalesco: *Andrey Quirino* Texto: *Braguinh*a